Jornal Visão | Movimentos sociais fazem manifestação contra reforma da Previdência em Paulo Afonso

Movimentos sociais fazem manifestação contra reforma da Previdência em Paulo Afonso

Por: Redação Jornal Visão

Manifestações atingem todo o País nesta quarta-feira (15) com a participação de diversas categorias.

Em Paulo Afonso na Bahia, apesar de um número menor de manifestantes, participam representantes de comunidades rurais, indígenas, alunos professores, sindicalistas, eletricitários, funcionários terceirizados dos Correios entre outros.

Os protestos devem ocorrer ao longo de todo o dia, especialmente nas capitais e em Brasília.

As manifestações desta quarta-feira na terra da energia, foram organizadas pelas centrais sindicais, além de movimentos como CUT, APLB Sindicato e SINERGIA.

 

Contra a Reforma da Previdência e Trabalhista

 

Em nota oficial, a CUT afirma que a greve geral acontece para questionar o governo de Michel Temer e sua proposta de Reforma da Previdência e a Reforma Trabalhista, em tramitação no Congresso Nacional, assim como o Projeto de Lei que libera a terceirização.

“O aumento da idade mínima para 65 anos e a definição de tempo de contribuição em 49 anos para receber o benefício integral da aposentadoria são propostas vergonhosas da Reforma da Previdência, e atingem principalmente os que mais precisam, aqueles que começam a trabalhar antes e em piores condições. Também não aceitaremos as mudanças nas regras da aposentadoria de trabalhadores rurais e dos professores, medidas injustas que aprofundarão a profunda desigualdade social já existente no país”, escreveu a central em nota.

O texto da reforma da Previdência está em tramitação em uma comissão especial na Câmara dos Deputados, onde deverá ser votada até abril. A proposta prevê pontos polêmicos, como o estabelecimento de idade mínima aos 65 anos para todos os trabalhadores, além da exigência de pelo menos 25 anos de contribuição para o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Entretanto, para que o trabalhador consiga se aposentar com o benefício integral, o texto apresentado pelo governo Michel Temer prevê a obrigatoriedade de pelo menos 49 anos de contribuição.

Por Tiago Santos

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