Jornal Visão | Último dia para regularização do Título de Eleitor tem longas filas no TRE em Paulo Afonso

Último dia para regularização do Título de Eleitor tem longas filas no TRE em Paulo Afonso

Por: Redação Jornal Visão

O último dia estabelecido pela Justiça para regularização e atualização dos dados eleitorais, como; Solicitação do primeiro Título, Transferência e Alterações no Titulo de Eleitor, é marcado por longas filas no postos de atendimento do TRE em Paulo Afonso.

O serviço de atendimento do Cartório Eleitoral da 84ª e 181ª Zonas Eleitorais que integram os municípios de Paulo Afonso, Gloria, e Santa Brígida, reforçam que o atendimento ao publico funciona das 8:00 as 14 horas.

O prazo para o recadastramento biométrico vai até 2020. Entretanto não se deve deixar para a última hora. O sistema é obrigatório a todos os eleitores, inclusive para aqueles que têm o voto facultado.

Por enquanto, a revisão é ordinária, ou seja, a coleta da biometria ainda acontece de forma espontânea.

Quem buscar o serviço deve ficar atento aos documentos exigidos pelo cartório. É preciso levar documento oficial de identificação com foto, comprovante de residência e, quando houver, documentos que comprovem alterações de dados pessoais.

Caso seja o primeiro título eleitoral, para os homens, é necessário levar o comprovante de quitação do serviço militar. Por não conter nacionalidade/naturalidade, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) não é válida como documento de identificação para o alistamento eleitoral.

Segundo dados do TRE até quinta-feira (3), dos 10.216.320 eleitores aptos na Bahia, 3.655.001 faltam regularizar o título.

O que acontece com quem não regulariza situação?

Caso não regularize a situação, o título permanece cancelado e o cidadão não poderá participar das Eleições 2018. O cancelamento do título implica ainda em outras diversas consequências, como:

  • Não poder se inscrever em concurso ou prova para cargo ou função pública, investir-se ou empossar-se neles;
  • Não receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos de função ou emprego público, autárquico ou paraestatal, bem como fundações governamentais, empresas, institutos e sociedades de qualquer natureza, mantidas ou subvencionadas pelo governo ou que exerçam serviço delegado, correspondentes ao segundo mês subsequente ao da eleição;
  • Não obter passaporte ou carteira de identidade;
  • Não renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo;
  • Não obter certidão de quitação eleitoral;
  • Não praticar qualquer ato para o qual se exija quitação do serviço militar ou imposto de renda;
  • Não obter qualquer documento nas repartições diplomáticas a que estiver subordinado;
  • Não obter empréstimos nem celebrar contratos com o Poder Público;
  • Não participar de concorrência pública ou administrativa da União, dos estados, dos territórios, do Distrito Federal ou dos municípios, ou das respectivas autarquias.

 

Por Tiago Santos/Com TRE-BA

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